Antes de mais, não acredito muito nessas superstições dos dias; sim, 11-11-11 é uma data engraçada, mas duvido que vá acontecer alguma coisa que mude o rumo da Humanidade, só se alguma alminha se lembrar de uma maneira para sairmos da crise.
Mas como hoje é dia de comer castanhas e beber água-pé (quem gosta), aqui vos deixo o meu mais sincero desejo de feliz dia de S. Martinho! Sim, este ano ele esqueceu-se de mandar o seu verão mas são pormenores!
Comam, bebam (com moderação) mas apesar de tudo, sejam felizes!
Beijos desta Rapunzel à espera de ser salva :)
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Desabafos
Querido Mundo:
Hoje perguntaram-me se se passava alguma coisa, estava diferente. Pois bem, passo a explicar:
Nunca fui uma pessoa de baixar os braços. Ponto. Não tolero pessoas que façam isso. Em todas as alturas da vida temos duas opções: baixar os braços e desistir ou lutar contra tudo e contra todos. Eu escolho a segunda opção e não suporto pessoas que não o façam. Opá não suporto! Se estamos neste planeta e temos o dom de viver, há que lutar por essa vida que nos foi concedida.
Sempre lutei por aquilo que queria e esforcei-me para que isso acontecesse. Não suporto pessoas que se encostem e tenham tudo de mão beijada ou que tenham todas as oportunidades e depois não as aproveitam. Ponto. Se for preciso chamar alguém à razão sobre tudo isto que tenho vindo a falar, chamo. Já viram que sim. E a plenos pulmões, porque não sou capaz de me conter sobre isto.
Há pessoas que têm objetivos de vida. Tudo bem. Acontecem imprevistos. Faz parte da vida, damos a volta, não ficamos agarrados. Se ficarmos agarrados a esses imprevistos, a nossa vida não vai passar disso e vamos viver sempre agarrados à ideia "e se aquilo não tivesse acontecido?". Se não tivesse acontecido, olha, eras feliz noutro percurso de vida. Como aconteceu, dás a volta e refazes a tua vida, não tens de ficar agarrado/a àquele pensamento. Claro, em dias mais nostálgicos a memória volta, mas não passa disso, UMA MEMÓRIA.
Há que lutar pela vida. Só temos uma e há que a aproveitar.
Hoje perguntaram-me se se passava alguma coisa, estava diferente. Pois bem, passo a explicar:
Nunca fui uma pessoa de baixar os braços. Ponto. Não tolero pessoas que façam isso. Em todas as alturas da vida temos duas opções: baixar os braços e desistir ou lutar contra tudo e contra todos. Eu escolho a segunda opção e não suporto pessoas que não o façam. Opá não suporto! Se estamos neste planeta e temos o dom de viver, há que lutar por essa vida que nos foi concedida.
Sempre lutei por aquilo que queria e esforcei-me para que isso acontecesse. Não suporto pessoas que se encostem e tenham tudo de mão beijada ou que tenham todas as oportunidades e depois não as aproveitam. Ponto. Se for preciso chamar alguém à razão sobre tudo isto que tenho vindo a falar, chamo. Já viram que sim. E a plenos pulmões, porque não sou capaz de me conter sobre isto.
Há pessoas que têm objetivos de vida. Tudo bem. Acontecem imprevistos. Faz parte da vida, damos a volta, não ficamos agarrados. Se ficarmos agarrados a esses imprevistos, a nossa vida não vai passar disso e vamos viver sempre agarrados à ideia "e se aquilo não tivesse acontecido?". Se não tivesse acontecido, olha, eras feliz noutro percurso de vida. Como aconteceu, dás a volta e refazes a tua vida, não tens de ficar agarrado/a àquele pensamento. Claro, em dias mais nostálgicos a memória volta, mas não passa disso, UMA MEMÓRIA.
Há que lutar pela vida. Só temos uma e há que a aproveitar.
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